20110917

Esses dias fui pra São Paulo buscar a correspondência na minha antiga quitinete na rua da Glória (e também fui buscar minhas assinaturas de Piauí e Aventuras na História, que ainda vão pra Berrini mesmo eu já tendo saído de lá há mais de um ano - alguém me explica como eu mudo meus endereços de cadastro nas instituições do mundo?) e, ai, gente, não suporto mesmo São Paulo. É gente demais, eu fico o tempo todo pensando em ir pra casa tomar um banho.

Fui buscar a Viviane em Pinheiros, fomos almoçar e fazer nosso programinha de sempre. Céus, como ela é linda. Ela é bonita assim de me fazer engasgar no almoço três vezes. Enfim, reiterei meu pedido de casamento, ela me disse que só vai esperar mais dez anos, depois disso ela vai procurar alguém melhor, e eu garanti que em dez anos já estarei milionária e poderemos ir morar onde ela quiser. (E ela quer São Paulo, mas é só pra me provocar que eu sei. Iremos para uma republiqueta obscura de economia à base de biscoitos de nata e viveremos felizes para sempre depois de organizar uma máfia local para controlar a vida pública e privada dos cidadãos em sua maioria banguelos. Seremos déspotas carismáticas e depois de um tempo ninguém mais saberá viver sem a gente, estaremos frequentemente no único tablóide da republiqueta e cogitaremos a ideia de partir quando o fanatismo começar a dar seus primeiros frutos indesejáveis.)

Enfim, blá. Só pra dizer pela trecentésima quintregésima ônzima vez que eu não tenho ideia de como lidar com o mundo e com as mulheres.